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Arvoredo Brasil - Instituto Agroflorestal

Sete-Sangrias

Sete-Sangrias Nome popular: Sete-Sangrias
Nome científico: Cuphea balsamona Cham. & Schltdl.
Família: Litráceas
Sinonímia popular: Erva-de-sangue, guanxuma vermelha.
Sinonímia científica: Cuphea carthaginensis (Jacq.) J.F. Macbr
Origem: Brasil
Parte usada: Toda a planta
Forma de Utilização: chás e tintura mãe.

A sete-sangrias é uma herbácea ereta, pouco ramificada, de 20 a 60 cm de altura, tendo o caule revestido por pêlos glandulares vermelhos e ásperos. As folhas verdes, simples, são opostas, com pecíolo curto e piloso na face inferior, mais clara. Medem 1,5 a 2,5 cm de comprimento. Flores pequenas, axilares, de cor rosa-arroxeada.

Propriedades terapêuticas: Hipotensora; depurativa; diurética; diaforética; auxilia a eliminação de ácido úrico; anti-sifilítica

Princípios ativos: Mucilagens, resina, óleo volátil (óleo essencial), pigmentos flavonóides.

Indicações terapêuticas: Hipertensão arterial, arritmias cardíacas, tosse de cardíacos, arteriosclerose, combate o enrijecimento das paredes das artérias, afecções da pele como psoríase e eczemas, redução do colesterol.

Curiosidades: Segundo a teoria das assinaturas, em que as plantas apresentam semelhanças com as partes do corpo sobre as quais atua, o caule da sete-sangrias é avermelhado, lembrando os vasos sangüíneos. Esta planta é conhecida como sendo sete vezes melhor do que uma sangria, daí a origem do nome.

Época de Colheita: dezembro a fevereiro


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