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Arvoredo Brasil - Instituto Agroflorestal

Espinheira-Santa

Espinheira-Santa

Nome popular: Espinheira-Santa
Nome científico: Maytenus ilicifolia Mart. ex Reiss.
Família: Celastraceae
Origem: Região sul da América do Sul
Sinonímia popular: Cancorosa-de-sete-espinhos, sombra de touro e cancerosa.
Parte usada: Folhas
Forma de Utilização: chás e tintura mãe.

É uma árvore de pequeno porte (1,50 a 2 m de altura), ereta, multicaule, que forma touceiras densas com perfilhos oriundos das raízes. As raízes são fortes e numerosas, avermelhadas externamente e amarelas no seu interior.

O caule é verde-acinzentado, lenhoso, ereto, ramificado, com muitos ramos inermes. Os ramos novos são verde-brilhantes, angulosos, com quatro ou mais quilhas.

As folhas são simples, alternas, coriáceas, lanceoladas, oblongas ou elípticas; a base é aguda, às vezes obtusa, peninérvea; as margens têm de 3 a 9 pares de dentes espinhosos e ápice agudo. O pecíolo é curto e as lâminas são glabras, verde-escuras e brilhantes superiormente e verde-claro-foscas na face inferior.

Principio ativos: Taninos e óleos essencial.

Propriedades terapêuticas: Antiasmática, contraceptiva, anti-séptica, tônica, analgésica, cicatrizante, diurética.

Indicações terapêuticas: Tumores estomacais, ressaca alcoólica, feridas, úlceras, azia, úlcera gástrica.

Outros usos: Como planta medicinal, ornamental, para falsificar a erva-mate e como planta contraceptiva, por índias no Paraguai.

Época de Colheita: janeiro a março


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